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Realizei experimentos sobre os efeitos do ginseng chinês e do ginseng coreano vermelho sobre o corpo etérico. A dosagem utilizada foi de meio grama a cinco gramas por ingestão. A idade dos sujeitos variou de 14 a 55 anos.
Foi observado por clarividência que os efeitos do ginseng em pó começaram a se manifestar quase imediatamente. Leia o resto deste post »
O Vento Que Sopra Pelas Flores – Uma História Tibetana De Cura
De Lee Paton 11/05/2001
Há vários anos atrás, em Seattle, Washington, vivia um refugiado tibetano de 52 anos de idade. “Tenzin”, é como vou chamá-lo, foi diagnosticado como portador de uma forma de linfoma das mais fáceis de curar. Ele foi internado em um hospital e recebeu a primeira dose de quimioterapia. Mas durante o tratamento, este homem normalmente gentil tornou-se agressivo e irritado; arrancou a agulha intravenosa de seu braço e negou-se a cooperar. Gritou com as enfermeiras e discutiu com todos ao seu redor. Os médicos ficaram desconcertados.
Depois, a esposa de Tenzin falou com o pessoal do hospital. Ela contou que Tenzin foi um prisioneiro político dos chineses por 17 anos. Eles mataram sua primeira esposa e ele foi repetidamente torturado e brutalizado durante todo o tempo em que esteve preso. As normas e regulamentos do hospital, juntamente com a quimioterapia, fizeram Tenzin recordar todo o sofrimento que passou nas mãos dos chineses.
“Eu sei que vocês querem ajudá-lo,” ela disse, “mas ele se sente torturado pelo tratamento. Ele volta a sentir ódio internamente – da mesma maneira que os chineses fizeram ele sentir. Ele prefere morrer do que viver com o ódio que ele está sentindo agora. E, segundo nossas crenças, é muito ruim ter tamanho ódio no coração na hora da morte. Ele precisa estar apto para rezar e limpar seu coração.”
Assim, o médico dispensou Tenzin e recomendou uma equipe da clínica de repouso para visitá-lo em casa. Como eu era a enfermeira encarregada de cuidar dele, entrei em contato com um representante da “Anistia Internacional” para pedir-lhe conselhos. Ele me disse que a única forma de sanar o trauma da tortura era “falar a respeito”. “Essa pessoa perdeu sua confiança na humanidade e sente que a esperança é impossível.” Mas quando eu encoragei Tenzin a falar sobre suas experiências, ele ergueu suas mãos e me fez parar. Ele disse, “Preciso aprender a amar de novo se eu quiser curar minha alma. Sua tarefa não é fazer perguntas. Sua tarefa é me ensinar a amar novamente.”
Respirei profundamente e perguntei, “E como eu posso fazê-lo amar de novo?”
Tenzin respondeu prontamente, “Sente-se, tome meu chá e coma meus biscoitos.” O chá tibetano é um chá preto forte, coberto com manteiga de iaque e sal. Não é fácil bebê-lo! Mas, foi o que eu fiz. Por várias semanas, Tenzin, sua mulher e eu nos sentamos juntos e tomamos chá. Nós também conversamos com os médicos para achar formas de tratar suas dores físicas. Mas era sua dor espiritual que deveria ser diminuída. Cada vez que eu chegava, via Tenzin sentado de pernas cruzadas em sua cama, recitando preces de seus livros. Com o passar do tempo, sua mulher foi pendurando mais e mais ‘thankas’, badeirolas budistas coloridas, nas paredes. Em pouco tempo, o quarto parecia um colorido templo religioso.
Na chegada da primavera, eu perguntei o que os tibetanos faziam quando estavam doentes na primavera. Ele abriu um grande sorriso e disse, “Nós nos sentamos e aspiramos o vento que sopra pelas flores.” Eu pensei que ele estava falando poeticamente, mas suas suas palavras eram literais. Ele explicou que os tibetanos fazem isso para serem pulverizados com o pólen das novas floradas, carregadas pela brisa. Eles acreditam que esse pólen é um potente medicamento.
No primeiro momento, achar muitas floradas parecia um pouco difícil. Mas, um amigo sugeriu que Tenzin visitasse algumas floriculturas locais. Eu liguei para o gerente de uma floricultura e expliquei-lhe a situação. Sua reação inicial foi “Você quer o que???” Mas quando eu expliquei melhor o meu pedido, ele concordou.
Então, no final-de-semana seguinte, eu busquei Tenzin, sua esposa e suas provisões para a tarde: chá preto, manteiga, sal, chícaras, biscoitos, almofadas e livros de preces. Eu os deixei na floricultura e combinei de pegá-los às 17 horas. No outro final-de-semana, visitamos uma outra floricultura. E mais outra no terceiro fim-de-semana.
Na quarta semana, eu comecei a receber convites das floriculturas para Tenzin e sua mulher para voltarem novamente. Um dos gerentes disse, “Nós temos uma nova remessa de nicotianas e lindas fuchsias…ah, sim! E temos belas dafnias. Eu sei que eles vão adorar o perfume das dafnias! E eu quase me esqueci! Temos uns novos bancos de jardim que Tenzin e sua esposa vão adorar!”
No mesmo dia, outra floricultura ligou dizendo que eles tinham recebido birutas coloridas para Tenzin saber de que direção o vento estava soprando. Logo, as floriculturas estavam competindo pelas visitas de Tenzin. As pessoas começaram a se importar com o casal tibetano.
Os empregados arrumavam os móveis de frente para o vento. Outros traziam água quente para o chá. Alguns fregueses regulares deixavam seus carrinhos de compras próximos do casal. E no final do verão, Tenzin voltou ao seu médico para novos exames e determinar o desenvolvimento da doença. Mas o doutor não achou nenhuma evidência de câncer. Ele estava abobalhado; disse à Tenzin que ele simplesmente não sabia explicar aquilo.
Tenzin levantou seu dedo e disse, “Eu sei porque o câncer se foi. Ele não podia mais viver num corpo tão cheio de amor. Quando eu comecei a sentir a compaixão das pessoas da clínica, dos empregados das floriculturas, e todas essas pessoas que queriam saber de mim, eu comecei a mudar por dentro. Agora, eu me sinto afortunado por ter a oportunidade de ser curado dessa forma. Doutor, por favor, não acredite que a sua medicina é a única cura. Às vezes, a compaixão pode também curar um câncer.’
Texto copiado do grupo Bodisatva
Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal americano Beaufort Gazette.
Segundo o jornal, Sonny Graham sofria de insuficiência cardíaca congestiva quando recebeu, em 1995, o coração de Terry Cottle, que havia se matado com um tiro na cabeça.
Depois de um ano com o novo órgão, ele procurou a família de Cottle para agradecer pelo órgão e acabou se envolvendo e casando com a viúva de seu doador, Cheryl Cottle, em 2004.
O jornal cita fontes da polícia e afirma que, na semana passada, Sonny Graham, que morava no Estado americano da Geórgia com a esposa e tinha 69 anos, se matou com um tiro na garganta na garagem da residência do casal.
De acordo com um amigo de Graham, cerca de 300 pesssoas compareceram ao funeral, realizado na sexta-feira na cidade de Viladia, na Geórgia.
Segundo os amigos do casal, Graham não aparentava estar deprimido.
Herança
O fenômeno da herança de traços da personalidade do doador em transplantados já foi estudado por cientistas.
Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.
Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão transplantado tinham a capacidade de memória.
A teoria, conhecida como “memória celular”, foi tema de um livro escrito por Pearsall e inspirou ainda outra publicação – A Voz do Coração, da professora de dança Claire Sylvia.
Ela, que havia sido entrevistada por Pearsall, descreve sua experiência depois que recebeu o coração de um jovem em um transplante. Sylvia, que nunca havia bebido cerveja, acordou da cirurgia pedindo pela bebida – a preferida de seu doador.
Apesar das pesquisas sobre a herança da personalidade dos doadores, vários especialistas em transplantes afirmam que ainda há pouca prova científica sobre esta relação.
Fonte-> BBC Brasil
O que a mãe pode comer e beber?
Uma dieta normal, se possível com alimentos de cultivo ecológico, sem agrotóxicos, que não causem prisão de ventre ou gases. Como bebidas, recomendamos chás de ervas, água mineral pobre em sódio, água de coco, leite de vaca, leitelho ou iogurte natural suave (produtos lácteos são contra-indicados apenas quando a mãe possui tendência a eczemas). Quando há sintomas de pressão arterial muito baixa, convém ingerir muito líquido e, de vez em quando, até mesmo uma xícara de café fraco. Ainda que a produção de leite materno seja suficiente, a mãe pode beber cerca de três xícaras por dia do chamado Chá da Mamãe, uma mistura de anis, erva-doce e alcarávia, pois este também alivia os gases da mãe, sendo assim indiretamente benéfico à criança. A mãe também pode comer frutas ou beber sucos frescos, mas no início não muito de uma vez. Quando a criança parece reagir com mais gases e assaduras, experimentam-se outras frutas e depois de algumas semanas volta-se às primeiras, em quantidades reduzidas.
A nicotina ou o fumo inibe bastante o crescimento já na gravidez. Mais tarde, prejudica a criança por intermédio do leite materno e do ar respirado. Trata-se de um fator de risco para a morte súbita do lactente.
O álcool, quando ingerido em maiores quantidades durante a gravidez, provoca distúrbios na formação do corpo, associados à inibição do desenvolvimento mental; durante a amamentação e mais tarde, estimula as dependências. Recomendamos abstinência total de álcool e nicotina durante a gravidez e o aleitamento.
As fissuras dos mamilos podem ser, na maioria dos casos, evitadas por meio de uma técnica de amamentação correta, em diferentes posições, que podem ser ensinadas por enfermeiras, parteiras ou consultoras experientes. Para o cuidado dos mamilos, deve-se passar neles um pouco do próprio leite materno e deixá-lo secar. O Hypericum gliceróleo (de erva-de-são-joão) também é eficiente. Apenas sem situações especiais se deve empregar pomadas e bicos protetores para o seio.
A estase láctea, mesmo quando acompanhada de um estado levemente febril, é tratada com compressas ‘quentes’ (úmidas, não molhadas!) ou uma bolsa de água quante, colocadas vinte minutos antes da mamada sobre o seio com a estase. Enquanto a criança está mamando, ainda se deve massagear o seio. Em seguida a mãe pode escolher entre a aplicação de mais calor ou de uma compressa fresca de ricota.
Quando ocorre uma mastite (inflamação das glândulas mamárias), muitas vezes é possível continuar amamentando, mesmo na presença de febre alta. Nesses casos é necessário um tratamento médico.
Tratamento dentário da mãe com anestesia local: depois do tratamento, tirar uma ou duas vezes o leite com auxílio de uma bomba e descartá-lo. No caso de ter muito leite, a mãe pode tirá-lo antes da anestesia a armazená-lo.
Medicamentos* tomados pela mãe
Toda vez que necessitar de um tratamento medicamentoso, a mãe deverá perguntar ao médico se este pode ser prejudicial à criança. Sempre que possível, deve-se escolher um remédio que não passe para o leite materno.
(*Nota: Aconselho a nunca confiar a 100% na opinião médica, leia sempre a bula do medicamento e se tiver duvida, procure uma segunda opinião)
Copiado do livro “Consultório Pediátrico” da Editora Antroposófica
Veja também -> Por que o aleitamento é tão bom?
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Veja: BBC Brasil
