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A paz habita o homem que ama Deus. Reconheça que, sem Ele, a vida é estéril. Anseie por Deus e a paz chegará.

A Swastika é o segundo símbolo mais usado pelos hindus.
É um símbolo auspicioso que representa boa sorte e boa fortuna. É um dos símbolos de Vishnu, Deus Sol (Surya) e sua energia, associado a Ganesha e ao Dharma. É um símbolo Divino. Infelizmente Hitler e os nazistas denegriram a imagem da Swastika, que até hoje, no ocidente, é mais conhecido como o símbolo do holocausto e do “terceiro reich”.
Este símbolo está fortamente presente entre os hindus, é visto em quase todos os templos, casas, objetos de decoração, roupas, veículos, livros, documentos, jóias, imagens religiosas, etc.
Há quem recomende desenhar este símbolo na sala de meditação para ajudar nas suas práticas e em casa (no chão, paredes, janelas…) para abençoar o lugar.
Além do hinduísmo, encontramos este símbolo no Budismo, Jainismo, e em muitas outras culturas, sendo talvez o símbolo divino mais universal.
Lahiri Mahasaya costumava citar o ensinamento do grande rishi Ashtavakra: “Se queres ficar livre da reencarnação, evita os prazeres dos sentidos como evitarias veneno açucarado, devotando-te aos atos de perdão, piedade, contentamento, e amor à verdade e a Deus como se bebesses néctar!”
Swami Kriyananda em “A Essência do Bhagavad Gita”
A mente é livre e sem limites como o espaço, é onipresente, a mente é tudo e no entanto a mente não é a verdade mais elevada.
O Atma se acha além da mente.
Mahatma Dattatreya em Avadhut Gita – A Canção do Asceta.
Existem algumas almas maravilhosas e raras neste mundo [sat-purushas], que vivem apenas para os outros e sacrificam tudo pelos outro e, até se esquecem de suas próprias vidas.
Existem muitas pessoas comuns [chamados saamaanyas] que ajudam os outros, mas sem esquecer de seu interesse próprio.
Existem neste mundo muitos demônios-humanos [maanava-raakshasaas] que torturam os outros para seu auto-interesse.
E existem, também, aqueles que sem razão, sem causa, por nada, torturam os outros. Não sei que nome eu posso dar a eles.
Bhartrihari
Fonte: Meditação 566
Deve cultivar o gosto pelo nome de Deus.
Qualquer nome é bom: Durga, Krishna ou Shiva.
Então se, pelo cantar de Seu nome, o apego de Deus cresce a cada dia e a alegria enche a alma, uma pessoa nada tem a temer. Na verdade, Deus olha o coração do homem e não julga pelo que faz ou onde vive. Krishna aceita o sentimento interior de amor do devoto.
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Asato Maa Sadgamaya
Tamaso Maa Jyotirgamaya
Mrithyor Maa Amritham Gamaya
Om Shanti, Shanti, Shantih
Tradução:
Guia-me do irreal ao Real;
Das trevas à Luz;
Da morte à Imortalidade.
Om Paz, Paz, Paz.
Veja texto

Sarasvatî (“Aquela que flui”). Nos tempos védicos, o Sarasvatî era o rio mais poderoso e, às suas margens, formou-se o centro da civilização Indo-Sarasvati. Esse rio secou por volta de 1900 a.C., fazendo com que os povos védicos mudassem em massa para os vales férteis do Rio Ganges (Gangâ).
Com o mesmo nome do rio, a deusa Sarasvatî presidia o discurso, o aprendizado e as belas-artes, como é sugerido por seus símbolos iconográficos tradicionais, que incluem um alaúde, um livro e um rosário. No Hinduísmo mais recente, ela é associada ao centro esotérico na base da coluna, chamado mûlâdhâra-cakra, e ao canal central (sushumnâ-nâdî), por onde ascende o kundalinî-shakti.
Fonte do texto: Enciclopédia de Yoga – Georg Feuerstein – Ed. Pensamento
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O ideal da Vedanta é solucionar todos os problemas da vida, para mostrar a meta da vida humana, para melhorar nossa vida aqui e para harmonizar nossa mente com a Vontade Suprema. Enfim, o ideal da Vedanta é nos fazer compreender a unidade da nossa alma com a Alma Suprema. A Vedanta ensina como viver nessa Terra sem se deixar dominar pelos sofrimentos e limitações desse mundo. A missão da Vedanta é trazer harmonia, paz e tolerância entre as religiões do mundo.
Swami Abhedananda
